segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Réu é condenado a frequentar igreja e prestar serviços comunitários


A Missão Vida, de Anápolis, vinculada à Igreja Presbiteriana, ganhou um colaborador involuntário, por decisão da juíza da 3a. Vara Criminal, Edna Maria Ramos da Hora.

Condenado a dois anos de prisão por ter provocado a morte de Pedro Villas Boas Barcellos em acidente de carro, o técnico de informática Augusto César Fonseca Nascimento teve a pena atenuada. Ele terá que frequentar os cultos da fé reformada aos sábados e domingos, além de prestar serviços comunitários de sete horas semanais pelo período de dois anos na Missão Vida.

Esse tipo de pena não é comum no Brasil. Augusto César não tinha antecedentes criminais, por isso recebeu a atenuante. No dia 25 de novembro de 2001,  Augusto César voltava de uma festa quando capotou o Uno 93 que dirigia, matando Villas Boas.

Por dois anos, Augusto César não poderá dirigir nem ingerir bebidas alcoolicas. A frequência dele nos cultos terá que ser comprovada mediante atestados.

Fonte: ALC (26.07.2012)

Atletas muçulmanos que participam das Olimpíadas observam Ramadã



Atletas muçulmanos que participam dos Jogos Olímpicos de Londres terão que desobedecer preceitos islâmicos no mês de Ramadã, como o jejum, inclusive da ingestão de água enquanto o sol estiver brilhando.

Este ano, muçulmanos comemoram o Ramadã de 20 de julho a 18 de agosto. Cerca de 1,5 bilhão de pessoas ficarão sem comer e beber do nascer ao pôr do sol.

Um dos cinco pilares do Islã é a obrigação de jejuar todo o mês. "Alá é piedoso e compassivo, ainda que nossos pecados sejam muitos", declarou o lutador de judô dos Emirados Árabes, Al Drie, de 19 anos. Ele espera não ser condenado por isso.

Estima-se que 23% dos desportistas dessas Olimpíadas professem a fé muçulmana. Drie comentou que se tivesse que jejuar em pleno período de competição isso seria um passo para a derrota, pois sem a ingestão de alimentos poderia, inclusive, desmaiar durante a luta.

Um dos líderes religiosos de Dubai, Ahmed Abdul Aziz Al Haddad, disse que a prática do esporte não é uma exigência do Islã e cabe aos atletar decidirem se vão competir e observar ou não os preceitos religiosos nesse período. Ele frisou que os atletas muçulmanos deveriam observa o jejum, por força da religião, mesmo que isso signifique perder a competição.

Muçulmanos creem que foi no Ramadã que o profeta Maomé recebeu a primeira revelação divina. Além do Ramadã, os outros quatro pilares do Islamismo são: professar e aceitar o credo (shadada), orar cinco vezes ao dia ( salat), pagar dádivas rituais (zakat) e peregrinar a Meca (haij). O jejum é interpretado como parte do esforço de autopurificação do crente.

Fonte: ALC (30.07.2012)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Aborto também deve ser tema de eleição municipal, diz CNBB

O secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Leonardo Steiner, diz ser a favor de debater sobre aborto nas eleições municipais deste ano, assim como corrupção, casamento entre gays e outros temas que dizem respeito "ao direito da pessoa humana".

Matéria completa em: http://www1.folha.uol.com.br/poder/poderepolitica/1122227-aborto-tambem-deve-ser-tema-de-eleicao-municipal-diz-cnbb.shtml.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Marcha para Jesus teve shows, fiéis e políticos nas ruas da capital paulista



Mais de 5 milhões de evangélicos, de acordo com os organizadores, um pouco mais de 1 milhão de pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, participaram no sábado, 14, da Marcha para Jesus em São Paulo.

Sob o lema "Reinando com Jesus", o evento organizado pela Igreja Renascer em Cristo, liderada pelo apóstolo Hernandes, começou às 10h e teve  15 carros de som e a apresentação de 34 shows musicais em palco erguido na praça Heróis da Força Expedicionária, na zona norte da capital paulista. O evento terminou por volta das 22h.

A Marcha também teve seu momento político. Participou da manifestação evangélica o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o ministro da Pesca, Marcelo Crivela, vinculado à Igreja Universal do Reino de Deus. Crivela transmitiu aos evangélico o abraço da presidente da República, Dilma Rousseff.

"Os brasileiros são uma bela mistura de raças, o que faz de nós um povo global. Para evangelizar o mundo não podemos mais contar com os americanos em função das guerras. Também não podemos esperar que essa ação venha da Europa, que está vivendo sua pior crise. Só através da unidade da igreja e de uma visão política teremos tratados de cooperação e reciprocidade com os países onde o Evangelho ainda não chegou", disse Crivela.

Essa foi a vigésima edição da Marcha, que passou a integrar o calendário oficial do país graça à lei sancionada em setembro de 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: ALC (16.07.2012)

Igreja indígena brasileira celebra centenário



O centenário da presença evangélica entre indígenas do Brasil será celebrado no 7. Congresso Nacional do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas, que se reunirá de 18 a 22 de julho em Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá).

Em 1912, os missionários estadunidenses John Hay e Henrique Whittington empreenderam viagem a cavalo, partindo de Assunção, de reconhecimento de territórios no lado brasileiro com o propósito de iniciar trabalho com indígenas.

O objetivo dos missionários era o de alcançar Bananal e Ipegue, hoje Mato Grosso do Sul, onde está instalado o Território Indígena Taunay/Ipague, entre as cidades de Aquidauana e Miranda.

Em 1913, Henrique e sua família instalaram-se no Bananal, ampliaram o trabalho entre os Terena, fundaram escolas e em 31 de dezembro de 1915 foi instalada a primeira igreja indígena evangélica do Brasil.

Hoje, a Missão Indígena Uniedas, sucessora desse trabalho missionário, congrega 34 igrejas, a maioria delas localizadas no Mato Grosso do Sul, mas também em Mato Grosso, Rondônia e São Paulo.

Na Terra Indígena Taunay vivem 4.090 pessoas. "As igrejas indígenas têm contribuído para a evangelização entre os próprios parentes", informou o secretário executivo da Missão Indígena Uniedas, pastor Ricardo Poquiviqui Terena.

Fonte: ALC (17.07.2012)